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Biografia de The Host

Mensagem por carlaameyer em Qua Set 22, 2010 8:47 pm

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.Nómada”, o novo romance da autora norte-americana Stephenie Meyer, autora da saga de vampiros e lobisomens “Luz e Escuridão”, tem tudo para agradar aos fãs da escritora e dos seus bestsellers. Mesmo que desta vez a temática seja diferente, já que em “Nómada”, uma edição da Gailivro, é no mundo da ficção científica que nos movemos, mas não a clássica, ou seja, não contem aqui com naves espaciais, batalhas interstelares, sabres de luz e visitas a planetas desconhecidos. Há extraterrestres, sim, mas não passam de almas.

Expliquemos, a Terra foi invadida por seres alienígenas, mas (e esta é uma das originalidades da obra e um dos seu pontos fortes), a invasão é feita pela alma. Ou seja, os habitantes da Terra passam a ser os hospedeiros dos aliens. A alma humana dá lugar (forçada) à alma extraterrestre, já que esta última precisa de se expandir do seu mundo já esgotado. Indiferentes ao tipo de hospedeiros que os acolhem, os aliens adaptam-se a viver em qualquer mundo e chegam a Terra depois de já terem passado, por exemplo, por mundos povoados por espécies de golfinhos ou aranhas.

A obra está escrita de uma forma competente. Não há aqui lugar para brilhantismos literários, mas também não é isso que se pede, nem o que se aguardava em mais este livro destinada ao público juvenil.

O argumento está bem estruturado e aproveita bem a – não é de mais repetir – excelente ideia que está na origem da história.

Os parasitas da alma aos poucos começaram a dominar o nosso planeta e criam cá uma sociedade aparentemente perfeita, onde a aparência exterior permanece inalterada, embora haja melhorias notórias. Por exemplo, a saúde é uma área vital, quase não há doenças, e a criminalidade praticamente desapareceu. Praticamente porque, na verdade, há ainda uns focos de resistência humana a esta invasão, seja em grupos seja a nível individual.

Nem todos os humanos (entre os sobreviventes) estão satisfeitos com as novas regras. Na verdade, a esta nova Terra ironicamente falta… alma. E é por aqui que “Nómada” segue. O leitor, tal como qualquer alien parasita “invade” a mente de Melanie Stryder, a protagonista. Ela foi possuída por uma invasora, chamada Nómada, mas algo correu mal, já que se mantém consciente dentro do seu próprio corpo, em paralelo com Nómada. Um verdadeiro caso de dupla personalidade. Acaba por tornar-se uma espécie de consciência da extraterrestre, levando esta a questionar-se sobre a bondade da invasão protagonizada pela sua espécie. Este é outro dos pontos fortes da obra de Stephenie Meyer, a evolução da relação entre estas duas mulheres que partilham o mesmo corpo. Nómada não sabe como viver/conviver com as sensações e emoções dos humanos, sendo-lhe difícil compreender sentimentos como solidariedade, compaixão e, inevitavelmente, amor.

Jared é o homem que Melanie ama e ela praticamente obriga Nómada a ir ao encontro dele. Quando o encontram, começam aí os verdadeiros dilemas internos de Nómada.

Nómada/Melanie vão parar a uma comunidade que vive escondida numa região remota, que tenta recriar em pequena escala o modelo de sociedade existente antes da invasão.

Ao contrário de outros livros da autora, em “Nómada” não há a sensação de que se caminha para um desfecho que… não tem desfecho. Não há aqui um objectivo assumido de fazer uma trilogia, ou tetralogia. Mas sosseguem os fãs, a história, apesar de ter uma conclusão, deixa algumas pontas suficientemente soltas para, caso seja necessário, dar início a uma eventual saga.

Apesar da fórmula de Stephenie Meyer estar votada ao sucesso e por isso não ser necessário mudá-la, talvez com “Nómada” a escritora pudesse ter arriscado um pouco mais. Poderia ter posto de parte o seu estilo contido e pintar a história com mais sangue, com tons mais negros, dotá-la de mais sombras. Não iria por certo espantar os fãs já conquistados e até poderia abrir portas a outros públicos igualmente jovens mas já mais abertos a outras experiências.
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